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Polizeibeamte stehen täglich vor den Herausforderungen und Verantwortungen, die dieser Beruf mit sich bringt. In einer Welt, die sich rasant verändert, ist es unerlässlich, einen Blick in die Zukunft zu werfen, um die Entwicklungen und Herausforderungen, die auf die Polizeiarbeit zukommen, zu verstehen und darauf vorbereitet zu sein. Diese Seminararbeit ist ein Schritt in genau diese Richtung.
Das Ziel dieser Arbeit ist es, ein umfassendes Bild der zukünftigen Landschaft der Polizeiarbeit zu zeichnen, basierend auf einer gründlichen Analyse der gegenwärtigen Situation und den Trends, die sich bereits abzeichnen.
In dieser Veröffentlichung wird ein weiterer entscheidender Aspekt beleuchtet: die Einbindung eines Expertengremiums aus verschiedenen Fachbereichen. Dieses Gremium spielt eine zentrale Rolle bei der Identifizierung und Analyse potenzieller Problemfelder in der zukünftigen Polizeiarbeit. Die Expertinnen und Experten, die sowohl aus dem polizeilichen Umfeld als auch aus anderen relevanten Themenbereichen kommen, bringen ihre umfassende Expertise und vielfältigen Perspektiven ein.
Der Fokus liegt dabei auf der Anwendung der Risikoprioritätszahl (RPZ), einem Instrument, das ermöglicht, die identifizierten Risiken nicht nur zu kategorisieren, sondern auch hinsichtlich ihrer Dringlichkeit und ihres möglichen Einflusses zu bewerten. Durch diesen methodischen Ansatz wird gewährleistet, dass die diskutierten Problemfelder nicht nur theoretisch erfasst, sondern auch in ihrer praktischen Relevanz für die Polizeiarbeit der Zukunft abgeschätzt werden.
Mit dieser Publikation wird ein Beitrag zur Diskussion über die Zukunft der Polizeiarbeit geleistet und ein Wegweiser für die Herausforderungen und Chancen aufgezeigt, die vor uns liegen.
O tema central deste capítulo é a “avaliação da competência comunicativa oral” em português língua estrangeira. As considerações aqui apresentadas decorrem da experiência de formação complementar de professores de português para estrangeiros (PLE) no âmbito das atividades extensionistas do Núcleo de Pesquisa e de Ensino de Português Língua Estrangeira/Segunda Língua da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (NUPPLES/UERJ). Do ponto de vista teórico, este trabalho se apoia em estudos sobre o ensino de (português) língua estrangeira e sobre avaliação da competência comunicativa em língua, buscando – ao mesmo tempo em que apresenta ideias importantes sobre esses dois pontos de apoio – articulá-los ao processo de formação de professores. Como resultado da experiência de formação e da reflexão teórica, apresenta-se uma “ficha de avaliação” com critérios para nortear a avaliação da competência comunicativa oral de aprendizes estrangeiros, quando da aplicação de instrumentos específicos.
Reisende aus dem nördlicheren Europa, welche erstmalig auf die "Australische Silhouette" der Eukalyptusbäume in Portugal treffen, können sich vielleicht nicht vorstellen, dass dieser Baum aus der Familie der Myrtengewächse (mit mehr als 750 Unterarten) erst Mitte des 19. Jahrhunderts nach Portugal kam und dort dann auch erst in der 2. Hälfte des 20. Jahrhunderts zum größten Zelluloselieferanten wurde. Die auf der griechisch-lateinischen Botanik-Nomenklatur fußende Bezeichnung <eucalipto> wird Teil des portugiesischen Wortschatzes für primär- und sekundärsprachlichen Unterricht. Nun könnte man in naiver Weise annehmen, die Populärsprache habe diese Vokabel mehr oder weniger nahe der wissenschaftlichen Bezeichnungsbasis reproduziert. Doch da überraschten dann vielleicht unsere Funde in den von Manuel de Paiva Boléo (Coimbra) zwischen 1942 und 1974 durchgeführten dialektologischen Befragungen. Ein Forschungsversuch auf dem Gebiet eher neuzeitlicher sprachlich-sprachwissenschaftlicher Archäologie führt zu Belegen für mehr als 300 sprech-sprachliche Ausdrücke, die morphologisch und phonetisch mehr oder weniger deutlich vom Standard der Schriftsprache abweichen.
As respostas curtas do português (cf. Carreira/ Boudoy 1997: 264-266; Gärtner 1998: 664-672; Oliveira 2000) constituem uma das dificuldades de aprendizagem para falantes de línguas que possuem e usam preferencialmente partículas responsivas afirmativas como no alemão ja (cf. Schmidt-Radefeldt 1980) ou no francês oui. Como os estudos de Eliasson (2012: 126-151; 2015) mostram, isso vale também para a aquisição por crianças em contextos bilíngues cuja L1 mais fraca é o português e a L1 mais forte faz uso de partículas afirmativas.
As respostas curtas do português podem ser consideradas como construções responsivas no sentido de Linell (2005: 55), uma vez que a sua forma gramatical depende do enunciado anterior (cf. Schmidt-Radefeldt 1978: 57-109). Portanto, são construções que não podem ser descritas sem considerar sua função comunicativa na interação. Por isso, este fenômeno do português é um bom exemplo das vantagens que apresenta uma abordagem comunicativa da gramática.
Assim, este trabalho tem por objetivo apresentar um balanço da descrição das respostas curtas afirmativas na gramaticografia do português e na pesquisa linguística, para depois analisar, em um corpus de interações reais, o uso das respostas curtas É e Tá, não consideradas na gramaticografia e pouco consideradas nas pesquisas linguísticas; também serão analisados os casos de intensificação da resposta.
Neste trabalho, apresentamos algumas observações sobre a descrição das construções impessoais em português no quadro da gramática comunicativa, isto é, uma gramática que se dirige especialmente aos aprendizes de língua não materna e que tem por objetivo a inclusão, na descrição do funcionamento da língua, dos processos e fenômenos discursivos e comunicativos. Utilizando um corpus misto, que contém tanto exemplos fabricados quanto ocorrências autênticas, procuramos identificar estratégias linguísticas e enunciativas, além de fatores pragmáticos e sociolinguísticos que determinam a escolha, pelo locutor, das construções em questão, fazendo regularmente referência a suas características morfossintáticas.
In allen romanischen Sprachen ist es möglich, auf einen Sachverhalt nach dem Äußerungszeitpunkt durch Präsensformen im Zusammenspiel mit Temporalangaben zu referieren. Im Portugiesischen, Spanischen und Französischen gibt es außerdem Verbalperiphrasen um die sogenannte nahe Zukunft (Futur Proche) auszudrücken. Diese Verbalperiphrasen werden besonders in der gesprochenen Sprache verwendet. Im Italienischen hingegen gibt es keine Verbalperiphrase zur Bezeichnung des nahen Futurs. In dieser Sprache wird das sogenannte Futuro Semplice benutzt. In den anderen erwähnten romanischen Sprachen gibt es ebenfalls ein Futurum simplex, das innerhalb der jeweils spezifischen Grammatik der jeweiligen romanischen Sprache in unterschiedlichen Textsorten benutzt wird, besonders in der Schriftsprache. In der mündlichen Kommunikation wird das Futurum simplex weniger häufig verwendet. Dieses Futurum simplex der romanischen Sprachen wird im Deutschen in der geschriebenen Sprache durch das sogenannte Futur I (werden + Infinitiv) ohne Modalfaktor (cf. Zemb 1978: 466) wiedergegeben, in der gesprochenen Sprache durch das Präsens in Verbindung mit Temporalangaben. Ziel dieses Beitrags ist es nun, einen Überblick über die Darstellung des Futurum Simplex in Grammatiken und Lehrbüchern des Portugiesischen, Spanischen, Französischen und Italienischen aus dem deutschsprachigen Raum zu geben.
Neste trabalho, pretende-se propor metodologias centradas na abordagem comunicativa para o ensino de português como língua estrangeira (PLE) a deficientes visuais espanhóis. Todas as atividades de PLE estão desenvolvidas e têm foco nas habilidades e destrezas da competência comunicativa, além de estudos contrastivos entre português e espanhol adaptados às necessidades de aprendizagem de deficientes visuais espanhóis. A abordagem aqui utilizada é respaldada em bibliografia pertinente e em dados empíricos coletados pela autora por meio de entrevistas com diretores, coordenadores, docentes e discentes, observações e estágio em centros de reabilitação para pessoas cegas e deficientes visuais. Neste sentido, considera-se que este estudo poderá contribuir para formação de um referencial teórico metodológico, com base científica e de caráter didático.
Promover o ensino e aprendizagem de uma língua, neste caso da língua portuguesa, no estrangeiro, passa pela promoção do seu uso em contexto comunicativo (Grosso et al. 2011). Mais importante do que aprender a língua em contextos formais é assimilá-la, através da interação em situações reais de comunicação. Devemos, pois, encorajar os alunos a usarem a língua, a comunicarem, fazendo-os perceber que as lacunas gramaticais ou vocabulares não podem ser vistas como entraves à comunicação (Lima/Silva Filho 2013). Nesta perspetiva, encaramos as Histórias de Vida (Histórias Digitais) como uma excelente abordagem para o desenvolvimento das competências comunicativas, sendo uma forma de encorajar os alunos a falar melhor e a melhorarem a sua aprendizagem, incentivando-os a comunicarem de uma forma mais eficaz (Microsoft 2010).
Este capítulo tem como objetivo apresentar reflexões sobre enfoques pedagógicos vinculados ao ensino da gramática e da linguística nas aulas de Português como língua estrangeira na Universidade de Huelva, entre 2010 e 2012, para um público-alvo constituído por alunos provenientes da região da Andaluzia e de outras cidades espanholas, assim como por alunos estrangeiros oriundos de diversos países europeus através do Programa Erasmus. Para este trabalho utilizaremos, entre outros, noções e conceitos encontrados em Possenti (2006) – vinculados ao tema da gramática normativa em contraste com a gramática comunicativa; em Alonso Rey (2012) – sobre questões relativas à transferência na aprendizagem do português por falantes de espanhol –, além das perspectivas para o ensino da LP nos dias atuais por Ilari/ Basso (2006). O nosso principal fundamento teórico, no entanto, vem das ideias de Matte Bon (2000a, 2000b, 2010) a respeito da gramática comunicativa.